Monthly Archives: July 2014

Um dia

Um dia… quando o azul for meu abolirei [suave tarde na calmia do estio] O teu andar triste, e serás livre e feliz como ave que se quer e se deseja no simples trocar de castos beijos. Um dia… quando … Continue reading

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Já não procuro. Espero…

Se a dor permanece e o meu olhar entristece É porque a vida, caída pela força do Tempo, Me finda a pouco e pouco.   Já não procuro. Espero. Deixo seguir o curso natural do azul que desmaia. Deixo  o … Continue reading

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