( foto algures da net)
Nada persiste…tudo é efémero…
Nos enganamos ao tentar ignorá-la…
Todavia “ela” nos acompanha a cada passo…
…sim, era um cão fiel e simpático. Não era guloso…comia de tudo um pouco. Nos seus 18 anos de vida soube sempre saudar seus donos. Adorava que lhe fizessem festas no lombo: gordito e baixote…era assim o “manjerico”.
Mas há uma semana que andava adoentado e hoje de manhã…lá estava. Jazia em descanso o fiel animal.
Tinha dado tudo – fidelidade, amor, amizade, ternura…e alguns bons momentos de riso aos que o acompanharam e o viram crescer. Hoje, já cansado, deu a vida também…
E em nós ficou esse vazio…
Foste um bom cão, manjerico!
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De certeza que foi um fiel amigo.. e que agora descanse em paz..
Por isso é que a vida deveria ser ao contrario, como defendia Charlie Champlin, deveria começar com o corpo a sair da terra (vou resumir), deveríamos ir para um lar, ser expulsos do lar por estarmos a ficar novos demais, obrigados a ir para um emprego e enviados deste para o liceu para aprender alguma coisa (etc, etc) e terminar tudo num grande orgasmo.
GSK
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
fez me recordar o meu cão que partiu com 15 anos, surdo que nem uma porta, cego também!! e muito teimoso! mas muito,muito amigo chama-se TiKI, isto já lá vão 14 anos e que me acompanhou no meu crescimento 🙂
Nada tem a ver comigo, mas também fui capaz de sentir o vazio…bj Numenesse
Pode parecer estranho mas tive um Serra da Estrela, o Dick, quando morreu fiquei em casa, não tive vontade fazer mais nada. Escolhi um lugar virado ao nascente, aonde o enterrei, às vezes ainda passo por lá.
Sei o vazio que provoca.
O quanto te entendo amiga. Passei por isso há uns três anos e resolvi não voltar a ter mais nenhum cão. Era uma boxer duma ternura que chegava a chatear. Morreu com um ataque cardíaco ao colo do meu filho no dia dos anos da mãe. Simplesmente já não houve festa, foi um dia para esquecer. Por vezes somos culpados em arranjarmos motivos para sofrermos, sobretudo quando nos afeiçoamos demasiado aos animais de estimação. Um beijinho para reconfortar o teu desgosto, do Raul
Em casa tenho um pássaro branco com quem mantenho uma empatia inexplicável e vice versa.
Não tenho cães nem gatos nem outros animais..
Gosto de animais..
Hoje depois do almoço ao sair do restaurante, havia um pombo morto no chão á porta como se pedisse ajuda…
Estava morto havia muito pouco tempo porque qdo entrei não estava ali…
Que sensação de incapacidade no meu olhar …e em mim toda…
Os animais têm a capacidade de se tornarem um membro mais da nossa famíla, com a sua fidelidade e a sua capacidade de nos darem sempre qualquer coisa! Que te lembres sempre de todos esse anos em conjunto! Tenho a certeza de que ficarão boas memórias desse teu fiel amigo!
Fico feliz por te ler, por te ver de novo no activo! E espero que essa dor de dentes já te tenha deixado.
Beijinhos muito grandes,amiga! Que sejas capaz de superar esse vazio!
Malae*************
E como doi esse vazio minha querida! :/
Mas ficara sempre no coraçao, tenho a certeza.
Um grande beijinho*
Também o teu…?
Pode ser que a “minha” o traga de boleia para o Jardim de todas as Vontades.
Recordem eles os tempos bons que passámos e possam dar um latido de vez em quando pela saudade que deixaram.
ps – Não ligues muito a estas minhas deambulações. Sinais de tempos idos onde a amizade e a lealdade faziam lei.
Porra!… que pareço quase um trotitanas a descrever carências.
Mas que me toca, toca.
Beijokas
B.Shell,
Tinha o meu Frog, um labrador preto que morreu com 17 anos!… Sei bem quanto isso custa…
Um beijo e bom fim de semana
É triste.
Mas apesar de tudo cumpriu o seu papel na vida e fez feliz aqueles de quem gostava. E pelos vistos foi feliz também.
Tenho uma Golden Retrievier com 1 ano apenas.
Quando decidimos tê-la pensei muito no meu pastor Alemão da minha adolescência que morreu velho e doente aos 15 anos…
Mas ter animais ajuda a compreender a vida e com eles aprendemos a rir e a chorar.
Porque tudo é uma passagem e por isso vale a pena viver… muito… sem medo de perder e com vontade de poder aprender sempre.
Os animais são os nossos mestres desinteressados…
Há um livro de Manuel Alegre (o poeta…) sobre este assunto, que é lindíssimo.
Chama-se “Cão como nós”.
Li esse livro: magnífico!!!
Beijos BShell
Cara amiga: Obrigada pela tua visita ao meu blog e mensagem deixada. Posso-te dizer que ainda semana passada tive que levar o meu ao hospital (e quanto isso custou … das duas maneira :). Felizmente recuperou. Lembrei-me muito de um poema de Afonso Lopes Vieira:
O cao
Que faz ao ao
e bom amigo como os que o sao!
e bom amigo, bom companheiro,
e valente, fiel, verdadeiro,
Leal, servical,
E tem bom coracao
Que o diga o seu dono, se ele o tem ou nao!
Quem vem de fora, a gente
E chega a casa, e o cao
Quem diz primeiro, todo prazenteiro,
Saltando e rindo
Contente,
E com olhos a brilhar de amor:
– “Ora seja bem vindo
O meu senhor”
O cao
Que faz ao ao
e bom amigo como os que o sao!
O meu cão deu a vida dele também há pouco tempo… aliás, foi-se dando ao longo dos 15 anos que viveu… era um cão e tanto! ainda me rio quando me lembro das suas primeiras mordidas… do olhar maroto a micar os sapatos… do andar já cansado do final dos dias… mas o olhar sempre terno… sim, eles, os animais também sentem… podem não o entender, mas algo “bate” lá dentro!