As coisas que nunca foram não deviam deixar memória.
Nem as dores…nem o fugaz momento de glória.

Do livro que não li fica a distância entre mim e o herói.
Como o motor do carro que se ouve apenas e dói,
Na encosta queimada do monte que foi outrora
Belo ao nosso olhar. Enquanto os campos de milho
Colhido deixam no ar a fragrância da tarde de fim de verão.
Tão verdadeira, a tarde, como o motor do carro que se ouve
De novo… agora mais perto, deste lado da encosta.
No pobre casario não há manhã sem labor, enquanto
Eu mergulho nas páginas de um livro que não desfolho.
E o azul-cinza arrasta consigo o verde que foi numa
História de idade antiga, tão antiga como o Filho
Do Homem, lá longe, num Tempo que não olho….
As coisas que nunca foram não deviam deixar memória.
Deviam ser contos de fadas contados a crianças…
Enquanto, longe da luz, se repousam e dormem.



Um dos melhores textos que nos ofereceste: gostei mesmo muito!
Que tenhas excelente domingo e quanto ao Crato, querida, faz parte desta praga que está no Poder e isso diz tudo.
Só espero que quem votou PSD /CDS saiba agora que se enganou e não repita o erro.
Beijosssss
Que lindo te ler e tens razão: algumas coisas nem deveríamos guardar na lembrança!
Bom te ver! beijos,lindo OUTONO por aí! chica
Beijinhos 🙂
Beautiful picture!
i hope all is well with you and your husband and your job is okay, too.
Tão lindo seu blog, levo novamente o link porque nao estava recebendo atualizações o que me faz perder seus poemas suas fotos em tempo mais real rs
Tardes verdadeiras… e lindas Isabel
parabéns pela doçura no olhar e no sentir,
abraço
O que nos magoou devia se esquecido. Infelizmente não é!
Magnífico poema.
Beijinhos.
OI AMIGA!
TEXTO LINDO E MELANCÓLICO.
HÁ MOMENTOS E SITUAÇÕES EM NOSSAS VIDAS QUE NÃO MERECEM REGISTRO MESMO.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/
belíssimo texto. gostei muito.
beijo
Gostei imenso deste seu texto.
Desejo que esteja bem.
Bj.
Irene
Olá, Isabel!
Poema bonito e tristinho, que ao ler deixa amarga a boca.Que bom seria, por vezes,se às memórias de que não gostamos pudéssemos fazer delete…
Abraço amigo, fica bem
Vitor
Seria bom que conseguissemos não guardar algumas coisas na lembrança, como apagar ainda não descobri! um lindo texto!
Bjs
Excelente
Um “poema” muito fraco, como fraca é, a tua cara de saloia…
O que não acontece também pode ter a sua história…
Uma não chegada pode ser dolorosa, por exemplo.
Mas não devia ficar na memória, tal como todas as coisas menos boas.
Magnífico poema, gostei imenso.
Isabel, tem um bom resto de domingo e uma boa semana.
Beijo.
Muito bom ver-te de volta… ainda mais com tão belo texto! Boa semana.
Querida amiga
Há sempre muita magia
nas palavras que inspiram…
Que os sonhos te acompanhem sempre…
Olá Blue, e que tudo esteja bem!
Com certeza, mas, penso que algumas destas indevidas permanecem em nossas lembranças para que não mais a repitamos e assim não ampliarmos a lembrança sofrida!
Mas por cá tem sido sempre deveras prazeroso revisitar, pois você compartilha belíssimos pensamentos de intenso sentir com os amigos. Obrigado por mais este!
E eu grato também pelas gentis visitas e comentários por lá deixo cá meu desejo para que o teu intenso viver seja sempre de iluminada felicidade, um grande abraço e, até mais!
Olá, amiga!
Essa foto transmite uma intensa solidão… solidão da alma.
Boa terça-feira!
Beijinhos do Brasil.
Um poema triste como tu, mas com uma beleza muito própria.
Força muita minha querida.
beijinho e uma flor
Estive por aqui.
E, desejo felicidades.
Manuel
What a beautiful mountain and surrounding area…I would love to visit here and tour the village, too! Hope that all goes well with you and the ones you love!
Belo e muito nostálgico tal como a alma de quem semeou. Beijos com carinho
Um quarto triste o outro quarto sereno e colorido. A outra face és tu como ser maravilhoso.
Saúde, abraços e bj